Jovem é suspeita de enterrar recém-nascido nos fundos de casa em Braço do Norte

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Polícia encontra bebê enterrado atrás de casa em Braço do Norte

Por volta das 18h40, a Polícia foi acionada para verificar uma ocorrência de infanticídio na cidade

Por volta das 18h40 deste domingo (30), a Polícia Militar foi acionada pelo Hospital Santa Teresinha para averiguar uma ocorrência de abandono de feto em Braço do Norte.

Segundo o hospital, a paciente E.C.M. deu entrada com sinais de parto e com muito sangramento, mas sem o feto. Uma enfermeira do local informou que no último dia 20 de agosto, a paciente fez tomografia e ultrassom no hospital.

O feto estava com mais de 30 semanas. Os médicos fizeram exames e verificaram que a paciente teve a criança. A mulher disse a polícia que na última quinta-feira sentiu muita dor e teve um sangramento em que pedaços do feto saíram.

A Investigação

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A polícia de Braço do Norte investiga o caso de uma jovem, de 20 anos, suspeita de ter enterrado o filho recém-nascido nos fundos de casa, no bairro Vila Nova. O crime teria acontecido na última quinta-feira (27), mas foi descoberto neste domingo (30) após ela procurar ajuda no Hospital Santa Teresinha (HST) por conta de sangramentos.

A jovem está internada no hospital. De acordo com a PM, o HST já tinha contatado que a jovem estava com cerca de 30 semanas de gestação há cerca de duas semanas, durante uma consulta. Ao procurar mais uma vez a instituição de saúde nesse fim de semana, ela relatou que perdeu o bebê enquanto tomava banho e que havia jogado partes do feto no lixo.

Desconfiados da versão dada por ela, a PM foi até a casa da jovem e encontrou o bebê enterrado no quintal. Um dos vizinhos relatou aos policiais que tinha escutado um choro de criança na última quinta, mas que não sabia da gravidez. Outro morador próximo disse que a jovem pediu emprestada uma enxada para fazer um canteiro de flores. Foi nesse canteiro que os policiais encontraram o bebê dentro de uma sacola plástica.

A princípio, a ocorrência está sendo tratada como infanticídio e abandono de recém-nascido. Um médico legista que participou da ocorrência teria confirmado que o bebê estava formado.

Fontes: Sul Agora / Notisul

Por: Deivis W. Fernandes / RCNoticia