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Em Criciúma quatro pessoas são presas com R$ 810 mil; elas alegam que pegaram dinheiro que estava no chão

Quatro pessoas foram detidas com cerca de R$ 810 mil, em Criciúma. Segundo a polícia, o grupo alegou que pegou o dinheiro do chão e não teria ligação com o assalto a banco registrado no começo dessa madrugada (1º) no Centro da cidade. O caso segue sendo investigado.

A noite de terror em Criciúma começou após um grupo fortemente armado invadir a tesouraria regional do Banco do Brasil, provocar incêndios, bloquear ruas e acessos à cidade, usar reféns como escudos e atirar várias vezes.

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Segundo a Polícia Civil, cerca de 30 pessoas encapuzadas participaram da ação simultânea. O bando também atacou o Batalhão da Polícia e ateou fogo a um veículo.

A ação da quadrilha também teve reflexos em Tubarão. O túnel do Morro do Formigão, na BR-101, foi interditado com o uso de um caminhão incendiado para evitar que reforços policiais chegassem à cidade.

“Uma quadrilha do crime organizado, que é especializada em assalto a banco. A gente chama de modalidade ‘novo cangaço’. Eles fazem assaltos simultâneos, atacam quarteis, como atacaram no batalhão também”, disse o tenente-coronel Cristian Dimitri Andrade, do 9ª Batalhão da Polícia Militar (9º BPM), ainda na madrugada.

A ação durou pouco mais de uma hora. Um policial militar e um vigilante, ambos de Criciúma, ficaram feridos. O agente atingido no abdômen passou por cirurgia no Hospital da Unimed. O quadro dele é estável.

Ainda na manhã desta terça-feira, o esquadrão antibombas atuou para desarmar supostos explosivos amarrados em postes perto da agência alvo da ação. Ainda não há informações sobre o material recolhido. Ainda não foi possível avaliar a quantidade de dinheiro levada.

Nas calçadas e nas ruas próximas da ação foram encontradas várias cápsulas de munição, inclusive de fuzil. O prefeito Clésio Salvaro (PSDB) disse que os reféns foram liberados sem ferimentos. Os homens mostrados em imagens divulgadas em rede social sentados em uma rua, usados como uma barreira pela quadrilha, eram funcionários do município que pintavam faixas de trânsito.

Fonte: SulAgora

Por: Deivis W. Fernandes / RCNoticia

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