Decreto do prefeito de Orleans nº4.572/2019 será discutido em audiência pública

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O decreto municipal nº 4.572 de 26 de abril de 2019, que declara de utilidade pública, para fins de desapropriação 32 hectares de terras pertencentes ao Instituto Leonardo Murialdo ( Seminário São José) de Orleans, será debatido em audiência pública nesta quarta-feira (15), às 19:00 horas na Câmara Municipal de vereadores, A iniciativa da audiência é do executivo municipal.

O prefeito pretende apresentar à comunidade de Orleans o projeto do loteamento proposto pelo Seminário, através de uma empresa loteadora. Além disso Jorge Koch pretende apresentar também o que município pretende realizar na área declarada de utilidade pública.

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Josefinos querem a revogação do decreto

Os Padres Josefinos de Murialdo que coordenam o Instituto Leonardo Murialdo mobilizaram os católicos ligados ao seminários e defensores da causa e em duas oportunidades estiveram na câmara de vereadores de Orleans e conseguiram mudar o posicionamento de diversos vereadores , os quais já haviam se pronunciado num primeiro momento a favor do decreto do prefeito municipal. Com a pressão recebida, acabaram mudando de ideia e 10 dos 11 vereadores que compõem a câmara municipal agora são pela revogação do decreto. Somente o vereador Hildegart Tessmann Durigon (PSDB), presidente do legislativo, se manteve desde o início a favor do decreto do prefeito Jorge Koch.

Audiência pública deverá definir o futuro das terras do Seminário São José

A audiência programada para esta quarta-feira deverá por fim a polêmica, o prefeito e sua equipe afirmam que irão apresentar à comunidade os reais  motivos que levaram a tomada de decisão e com a pressão recebida dos padres e dos vereadores agora por último, o decreto poderá ser modificado se ambos chegarem a um acordo. Já há inclusive, ação tramitando na justiça da comarca de Orleans movida pelos Instituto contra a municipalidade propondo a anulação do Decreto. A ação judicial em um primeiro momento não prosperou por falta de comprovações dos argumentos apresentados à justiça.

Por: Gelson Padilha/RCNoticia

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