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Criciúma: Dia Mundial da Água alerta para necessidade da preservação

Gustavo Milioli/Tribuna de Notícias

Criciúma

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Diante da importância da água para a sobrevivência humana e da necessidade urgente de manter esse recurso disponível, surgiu o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março. A data foi criada em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e visa a ampliação das discussões sobre o tema em todo o planeta.

Este foi um dos principais resultados da conferência Rio-92, ocorrida no Rio de Janeiro. É um documento que estabeleceu a importância de cada país em se comprometer a refletir, global e localmente, sobre a forma pela qual governos, empresas, organizações não-governamentais e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para os problemas socioambientais.

“Apesar de o nosso planeta ser repleto de água, estima-se que apenas 0,77% esteja disponível para o consumo humano. Vale destacar, no entanto, que essa quantidade não está distribuída igualmente por todo o território, consequentemente, existem locais onde esse recurso é bastante escasso, gerando até mesmo conflitos”, comenta Vanessa Sardinha dos Santos, professora de Biologia.

 

A importância é atestada na própria anatomia humana. Mais de 70% do nosso corpo é composto por água. Por isso, recomenda-se beber ao menos dois litros do líquido por dia.

 

“A água participa da formação dos organismos e, por ser considerada um solvente universal, é fundamental para a realização de diversas reações químicas. Além dessas funções, no corpo humano, podemos destacar como importantes papéis desempenhados pela água: regulação da temperatura do corpo; transporte de substâncias; eliminação de substâncias para fora do corpo; proteção de estruturas”, explica a professora.

 

Além da escassez de água, o mundo enfrenta ainda o problema da baixa qualidade do recurso. A poluição causada pelas atividades humanas torna a água disponível imprópria para o consumo. De acordo com a ONU, uma em cada três pessoas não possui acesso à água potável. Ainda de acordo com a ONU, três bilhões de pessoas não possuem instalações básicas para lavar as mãos de forma adequada. “Esse quadro é preocupante, pois está relacionado com uma série de doenças, e o hábito de lavar as mãos pode prevenir várias enfermidades”, observa Vanessa.

 

Foto: Nilton Alves/TN

FONTE: TNSUL

 

 

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