Cervejaria Ambev constrói maior obra modular industrializada da América Latina em parceria com empresa catarinense

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A Cervejaria Ambev se juntou à Brasil ao Cubo, empresa do ramo de construção civil de Santa Catarina, para construir um novo escritório para a unidade do Centro de Serviços Compartilhados da cervejaria em Jaguariúna, São Paulo. Mas a novidade é que essa não é uma construção comum: será a maior obra do tipo modular industrializada da América Latina, quatro vezes mais rápida que uma obra comum e essencialmente sustentável – com sistema de captação água, painéis solares e menor de geração de resíduos.

A construção dos módulos que irão compor o escritório da cervejaria ocorre na fábrica da Brasil ao Cubo, em Tubarão, e de lá seguem para Jaguariúna. A etapa de fabricação dura em torno de 60 dias e, depois, são necessários mais 20 dias para a instalação no local. Essa dinâmica mais rápida permite uma redução de aproximadamente 60% da geração de resíduos, contribuindo para a sustentabilidade do projeto.

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Para Athos de Lourenço, gerente de Sustentabilidade e Suprimentos da Cervejaria Ambev, esse é um acontecimento muito importante para a companhia, que coloca cada vez mais em prática projetos que sejam ambientalmente responsáveis. “Já utilizamos a tecnologia da construção modular em uma cervejaria em Pernambuco, mas nunca para uma obra dessa dimensão – isso demonstra, inclusive, a expansão de um pensamento e atitude mais sustentáveis da companhia, que busca com isso um mundo melhor”, destaca.

“A construção modular, como o nome indica, é a construção por meio de módulos individuais, desenvolvidos dentro de uma fábrica – que, por sua vez, são montados como ‘peças de legos’ num determinado local”, explica o engenheiro civil e de produção Ricardo Mateus, fundador da Brasil ao Cubo. Ele destaca, que essa é considerada uma grande tendência para o setor, já que é um formato que agrega mais qualidade aos projetos, aumenta os padrões de segurança e otimiza as operações.

Porém, a sustentabilidade do negócio não para por aí. A obra também conta com painéis fotovoltaicos, que transformam energia solar em elétrica e garantem uma redução de 30% nos custos com energia; sistema para captação e reaproveitamento da água da chuva, com todo volume captado armazenado em uma cisterna para, em seguida, ser usado para irrigar o jardim vertical da fachada do prédio; e, por fim, as paredes externas contam com tratamento térmico, que diminuem o número de climatizadores utilizados no ambiente.

Fonte: Notisul

Por: Deivis W. Fernandes / RCNoticia